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Micro e pequenas empresas poderão financiar imóveis via FCO





08/12/17

O Fundo Constitucional do Centro-Oeste (FCO) vai liberar a partir do próximo ano financiamento para micro e pequenas empresas adquirirem imóveis comerciais. A medida foi aprovada na 9ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Condel/Sudeco) e é fruto de uma articulação do deputado federal Daniel Vilela (PMDB-GO) junto ao Ministério da Integração Nacional.

A criação de uma linha de crédito incentivada para o financiamento de suas sedes era uma reivindicação antiga da classe empresarial goiana. Ao lado de empresários e de consultores do FCO, o deputado teve em 2015 e no ano passado reuniões com o Ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, para solicitar a nova linha de crédito. O então prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, também participou das articulações junto ao governo federal para efetivar a criação da nova possibilidade de financiamento.

“Para algumas empresas, sair do aluguel representa muito mais do que apenas um investimento imobiliário; trata-se de uma segurança jurídica e econômica para a permanência da empresa no local, pois muitas vezes os empresários ficam reféns dos locadores no momento da renovação de seus contratos”, afirma Daniel Vilela.

Para o economista Ricardo Willian, que também estava presente na comitiva que foi recebida pelo ministro, esta nova oportunidade do FCO vai colaborar para aquecer o mercado imobiliário e a economia do Centro-Oeste. “Grande parte das micro e pequenas empresas no Estado não contam com sede própria, que é algo importante para alguns tipos de negócio. Esse recurso, além de fomentar e incentivar os micro empresários, vai ajudar também na geração de novos empregos”, afirma o economista.

O Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste, criado pela Lei 7.827, de 1989, tem como objetivo contribuir para o desenvolvimento econômico e social da região. As principais fontes de recursos do FCO correspondem aos repasses do Tesouro Nacional, provenientes da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI). 

O montante disponibilizado em 2017 foi de R$ 10,16 bilhões e a estimativa é de que haja uma sobra em torno de R$ 3 bilhões. “Com essa nova opção de financiamento de imóveis comerciais, certamente haverá uma maior procura pelos recursos disponibilizados pelo fundo”, afirma Daniel Vilela.

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